Espero corresponder às expectativas! :)
quarta-feira, 12 de dezembro de 2007
COLABORANDO NO SIM, VIRAL
sábado, 8 de dezembro de 2007
GUERRILHA ALÉM DA CRIATIVIDADE
De fato há um quê de contraditório em sempre sugerir ações de baixo custo, levando em consideração que uma agência precisa sobreviver, pagar funcionários, sustentar uma estrutura e arcar com os impostos, todo mês. Na SECOM deste ano, Fernando Rösing expôs o assunto, uma preocupação cada vez maior em estruturas grandes como a da agência Escala, de Porto Alegre. Muitos setores, muitos profissionais trabalhando nas diversas áreas da comunicação como promo, bellow the line, internet, etc, etc. Agências cada vez mais profissionalizadas e sendo geridas como empresas. Afinal, é possível sobreviver e prosperar no mercado sem comprar mídia ou apenas sugerindo ações baratas e diferenciadas aos clientes?
Não sei vocês, mas para mim contraditório é uma agência sobreviver das bonificações de produção e veiculação, fazendo com que o cliente gaste (ou “invista”?) mais e mais em mídia, para aí sim sustentar uma estrutura gorda de funcionários e setores.
Talvez não seja as respostas que o Fábio Schmitz e as agências procuram. Mas acho que junto com esses novos passos da comunicação, caminharemos para algo mais ou menos assim:
- Guerrilha, advergame, interatividade, mobile, blogs, promo, PDV… São muitos braços para se pensar. Talvez a eficiência resida em estruturas pequenas e enxutas responsáveis por alguns setores cujo as grandes agências tradicionais não conseguirão abraçar. Basta a gerência correta de todas essas mini empresas trabalhando cordenadamente em função de um objetivo comum.
- Reeducação do cliente e da agência, entendendo que é necessário sim cobrar a criação, tornando a empresa cada vez menos dependente das comissões e bonificações. Marcelo Vial comentou sobre isso no Yahoo! Big Idea Chair, ao afirmar que a Salem, quando propõe uma ação de guerrilha através do seu braço guerrilheiro, não se sente constrangida em cobrar a mais pela criação.
Posso estar errado, mas mesmo que a criação tenha um peso maior no orçamento, o fato de não haver a compra de mídia acaba desonerando consideravelmente a soma total lá no final, quando o cliente fecha as contas.
- Pensar e sugerir novos modelos de remuneração, talvez? Algo que englobasse os custos de se manter pessoas criativas pensando soluções interessantes, ao mesmo tempo em que viabilizasse a manutenção de uma estrutura física. Tudo relacionado sempre ao objetivos do cliente, afinal, ele sempre vai ser o “dono da verdade”.
Eu sou moleque ainda, eu sei. Mas essas são apenas algumas frases soltas que visam abrir e expandir um pouco a mente de todos. A questão é muito mais complexa do que possa parecer, e envolve também pesquisa de mercado, resultado de ações, planejamento e outros detalhes que interferem no resultado final do trabalho.
Fato é que o assunto está aí e é a hora. Muito se diz que com o advento da Web 2.0 temos de rever nossos conceitos de emissor, receptor e mensagem. Mas também precisamos ser um pouco mais práticos e tocar a consciência de que sem dinheiro não se faz nada hoje em dia. Está na hora de usar a criatividade não só nas ações, mas também em novos modelos de negócios sustentáveis, também na área da propaganda.
Afinal, qual é a ferramenta de trabalho de nós publicitários?
quinta-feira, 6 de dezembro de 2007
TCC NOTA 10, PESSOAS NOTA 1000
Da banca, elogios que me deixaram cheios de mim, principalmente com relação a utilização deste blog. Engraçado porque, sem falsa modéstia, não esperava conseguir o que consegui com ele. Apenas alguns puxões de orelha que depois obviamente virarão posts do professor convidado (nota mental: não cutucar os entrevistados na análise, afinal é um trabalho acadêmico!), muito bem levados…
Mas entre mortos e feridos, entre gagueiras e ataques de nervos, para a minha surpresa, a banca decidiu por me dar um 10 pelo trabalho. E como esse trabalho teve muitas mãos ajudando, aqui vão alguns agradecimentos:
Família, sem dúvida, pelo apoio irrestrito.
Joana Dambrós, pelo suporte desde o início com o blog, com o TCC e com quase todos os passos que dei nesses últimos 2 anos. Aos amigos Marcos, pelas discussões acaloradas de boteco sobre web 2.0, novos negócios e empreendedorismo; e Tomio, pelos papos nos mesmos botecos sobre a vida.
Lorreine Beatrice, Carlos Daniel, Antônio André Sinkos, LadyShampoo, Marcelo Träsel, Gica (a Sra. Blogueira), Dani Martins e Marcel Maineri (do blog Adivertido) pela ajuda com materias sobre tudo o que envolvia o marketing de guerrilha e pelo debate sobre os variados assuntos. Às guerrilheiras que também estão fazendo seus TCCs sobre o assunto Ana Paula e Susan pela troca de experiência. Boa sorte a vocês!
Às agências Ativa (Dani, valeu os pauzinhos mexidos por aí), Brava, Callier, Digg (Joana, Lorreine e Gilson, valeu!), Seven (principalmente ao Fábio, por ter aceito ser membro da banca) e Free (ao Diego, em especial), que abriram as portas para as entrevistas. E meus parabéns pela vontade de inovar.
A minha mãe, novamente, pela ótima correção elogiada pela banca. Ao José Endoença, que se deu ao trabalho de ler todo o TCC numa madrugada para dar uma opinião acadêmica mais consistente. Também, obviamente, à minha orientadora, Professora Fernanda.
Aos blogueiros/blogs que comentam sobre guerrilha, publicidade, viral e afins: Rafael Ziggy (SimViral), Rafael Amaral (Sem Rótulo), Gustavo Fortes (Blog de Guerrilha), Neto (Talkability), Alex Luna (The worst kind thief), Marcel Maineri, novamente (Adivertido), Vanessa Ávila (50 a 50) pelos comentários e citações. Um agradecimento também a todos os outros que fizeram menção ao TCC de Guerrilha de alguma maneira em seus twitters, blogs e etc.
A todas as pessoas que assinaram o RSS, que acompanharam a saga de perto, e que de alguma maneira acharam interessante seguir os passos deste que vos escreve.
E é isso aí, minha gente.
Apesar de ainda ter alguns comentários para fazer sobre a monografia, pontos que a banca destacou, já vou me despedindo de vocês. Ainda não sei o que vou fazer com este blog, assim que espero opiniões nesses próximos dias…
Abraços e sucesso para todos nós. :)
terça-feira, 4 de dezembro de 2007
QUE GUERRILHEIRO É VOCÊ?
Então, nada melhor que colocar a leitura de feeds em dia, responder alguns e-mails e dar aquela navegada pelo YouTube.
Outra dica legal, para não ficar tão longe assim do marketing de guerrilha, é participar deste Quiz, bolado pela agência bahiana especializada em ações desse tipo, Vetora. São 15 perguntas que vertem sobre os conceitos da guerrilha e curiosidades sobre o mundo dos virais.
Eu acertei 13. E vocês?
Para muita gente que acha que viral é só vídeo no YouTube, este artigo do Wagner Martins menciona que segundo pesquisas, o conteúdo com maior propensão a tornar-se viral atualmente são esses joguinhos em Flash. Vídeos ficam em terceiro lugar apenas. Tá lá, na minha revisão de literatura.
Um molotov muito bem lançado pela agência Vetora. Vamos ver até onde chega.
Dica do Marcel, do blog Adivertido.
segunda-feira, 3 de dezembro de 2007
CHEGANDO A HORA
Como eu li e reli muitas vezes essas páginas todas, posso fazer um exame de consciência e dizer tranqüilamente que faltaram algumas coisinhas, culpa da falta de tempo e do volume de trabalho que me acometeu durante o processo.
O QUE FALTOU
- Fiquei devendo um capítulo sobre comunicação. Apesar do termo “marketing de guerrilha” e de existirem sim táticas guerrilheiras que envolvem todo o mix de marketing , a guerrilha atualmente é muito mais comunicação que marketing.
- “Nada sobre memes!?” Nada sobre memes. Mais uma vez: o tempo, o tempo… Mas lembrem-se que memes são fodas! E não esses que a gente vê circular pela blogosfera. Aqui eu falo dos memes roots, memes de sangue.
- Gostaria de ter desenvolvido melhor o uso da guerrilha na internet, tanto ao escrever sobre viral e blogs, como na menção das redes sociais virtuais como canais de distribuição de conteúdo. Fica para uma próxima.
- Independentemente da nota que eu tire amanhã, sempre vou ficar com uma pontinha de frustação de não ter feito a pesquisa que me havia proposto num primeiro momento. O fato de estudar a aplicação da guerrilha pelas empresas da cidade (e não pelas agências, como acabei fazendo) daria um peso maior para o trabalho, dando mais importância e relevância para o mercado publicitário local.
- Ficaram faltando algumas palavras também sobre esse mercado publicitário local. Mas quanto a isso tenho a consciência limpa: o único material que consegui sobre o assunto falava sobre a história das agências, num discurso muito meloso de amor próprio. Dados concretos, números precisos? Nada não. Parece que realmente somos moleques ainda.
Depois disso tudo, até parece que o trabalho ficou uma porcaria. Bom, leia, tire suas próprias conclusões e mande bala nos comentários.
Em breve os devidos agradecimentos a todos que participaram do blog, com as merecidas pompas e linkangens.

