Como eu li e reli muitas vezes essas páginas todas, posso fazer um exame de consciência e dizer tranqüilamente que faltaram algumas coisinhas, culpa da falta de tempo e do volume de trabalho que me acometeu durante o processo.
O QUE FALTOU
- Fiquei devendo um capítulo sobre comunicação. Apesar do termo “marketing de guerrilha” e de existirem sim táticas guerrilheiras que envolvem todo o mix de marketing , a guerrilha atualmente é muito mais comunicação que marketing.
- “Nada sobre memes!?” Nada sobre memes. Mais uma vez: o tempo, o tempo… Mas lembrem-se que memes são fodas! E não esses que a gente vê circular pela blogosfera. Aqui eu falo dos memes roots, memes de sangue.
- Gostaria de ter desenvolvido melhor o uso da guerrilha na internet, tanto ao escrever sobre viral e blogs, como na menção das redes sociais virtuais como canais de distribuição de conteúdo. Fica para uma próxima.
- Independentemente da nota que eu tire amanhã, sempre vou ficar com uma pontinha de frustação de não ter feito a pesquisa que me havia proposto num primeiro momento. O fato de estudar a aplicação da guerrilha pelas empresas da cidade (e não pelas agências, como acabei fazendo) daria um peso maior para o trabalho, dando mais importância e relevância para o mercado publicitário local.
- Ficaram faltando algumas palavras também sobre esse mercado publicitário local. Mas quanto a isso tenho a consciência limpa: o único material que consegui sobre o assunto falava sobre a história das agências, num discurso muito meloso de amor próprio. Dados concretos, números precisos? Nada não. Parece que realmente somos moleques ainda.
Depois disso tudo, até parece que o trabalho ficou uma porcaria. Bom, leia, tire suas próprias conclusões e mande bala nos comentários.
Em breve os devidos agradecimentos a todos que participaram do blog, com as merecidas pompas e linkangens.


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