sexta-feira, 30 de novembro de 2007

NOTAS RÁPIDAS

Este blog, hospedado por um magnífico serviço, agora deu para sair do ar de vez em quando. De fato, o volume de acessos aumentou consideravelmente, mas junto à correria com os finalmentes da monografia, esses problemas têm me afastado um pouco daqui. Portanto, seguem algumas rapidinhas:

- Apresentação da banca marcada: terça-feira, dia 4 de dezembro.

- Depois de uma correria maluca atrás de um professor para compor a minha banca e da impossibilidade do Edson Scharf, o dito cujo foi escolhido: Dr. Beto, um dos professor que lá no começo almejava como orientador. Eia que agora nos reencontramos.

- Para os redatores e diretores de arte que, como eeste que vos escreve, pretendem entrar de cabeça nessa nova onda do mercado, seja trabalhando com planejamento, guerrilha, internet e mídias não convencionais, Alex Luna - colega de twitter - criou a comunidade Planedesigners, um espaço dedicado a discussão de como é possível voar por outros ares nesse mercado insano.

- Como resposta de um e-mail de elogios despretensiosos à Haka Multicomunicação, de Chapecó, Josué Zonta escreveu-me dizendo que já havia andado por aqui, para minha surpresa! Fiquei modestamente lisonjeado e já “vou estar remetendo” uns adesivos do TCC de Guerrilha ao pessoal do oeste catarinense. Meus parabéns pela proposta de trabalho diferenciado e me aguardem por essas bandas dentro em breve, afinal, minha namorada anda por aí frequentemente.

Agora, espero que as coisas aqui se estabilizem. Assim, à medida em que finalizo a apresentação para terça-feira, vou colocando os arquivos da mono para download.

sexta-feira, 23 de novembro de 2007

ESTÁ (QUASE) ACABANDO

Ver o fim chegando é algo de se arrepiar. Agora não há mais dúvidas, a minha monografia, motivo principal para a criação deste blog, está realmente terminada.

Para completar, seguindo uma sugestão da minha orientadora, um subcapítulo de 2 páginas e meia sobre este blog, incluindo algumas passagens que tornarão ainda mais inesquecível os 5 meses de trabalho árduo.

Como nem tudo é alegria, na última hora alguns imprevistos com a minha banca aconteceram. Acabei entregando os nomes que tinha em mente fora do prazo e um dos membros teve sua participação rejeitada. O profissional permanece, Fábio Schimitz, da agência Seven, escolha mantida desde as primeiras palavras escritas. Para acompanhá-lo, um dos professores mais temidos respeitados do curso de publicidade e propaganda e autor de livros como Administração na Propaganda: o doutor Edson Scharf. Na segunda-feira (mais tardar na terça), as quase 105 páginas estarão nas mãos deles. Isso é de arrepiar, acreditem.

Agora com toda a parte escrita concluída e corrigida, finalmente posso disponibilizar os arquivos para download. Para fazer algo mais “de gente”, vou colocando o trabalho no ar aos poucos, comentando cada parte em separado. É um belo de um exercício para a apresentação, com data ainda não definida.

A intenção é expandir as fronteiras da banca. Tirar o poder que só ela tem de ler o trabalho uma semana antes, tirar suas dúvidas no dia da apresentação e massacrar com críticas esse que vos escreve. Portanto, sintam-se a vontade para questionar, comentar e xingar tudo o que lerem.

Para mim, vale tudo nessa hora de preparação!

terça-feira, 20 de novembro de 2007

SANDUÍCHE NATURAL, POST PAGO E SALADA DE FRUTAS GELADINHA

Definitivamente as agências “grandotas” passaram a olhar com outros olhos para os blogs, e deixaram aquele conceito de macaco-para-macaco num passado distante. É o que deixam às claras, ao menos.

Agora a nova onda do verão é anunciar em blogs! Viralizar (ou memeficar, com o perdão da palavra, Sr. Dawkins) é a nova ordem! Está aberta a temporada de pagamentos de posts!

Na minha opinião, é uma maneira que não deve ser descartada. É a que parece mais fácil, convenhamos. Mas é apenas uma das várias formas de se aproveitar dos blogs. Aliás, temos de lembrar que eles não foram criados para fins monetários, o que deixa claro os perigos de tal atitude por parte do “anuciante”. Assim sendo, vale dizer que blog não é ponto de outdoor ou anuncio de jornal. É mais barato e comunica melhor para determinados nichos, por su puesto, mas não pode ser simplesmente encarado como um veículo tradicional onde eu ligo, reservo espaço, pago e “mando a arte”. Por mais que o custo benefício seja, em alguns casos, muito interessante, quando se está prestes a pagar pelo post, imagino que o cuidado com a mensagem, o trato com o “fornecedor” e a atenção com a reação do público devem ser várias vezes redrobada.

Como muito bem constatado pelo Wagner Martins, é fato que a credibilidade do blogueiro diminui a cada post que o mesmo escreve sobre um assunto no qual ele está recebendo para isso. Não vou discutir se isso é errado ou não. Haveríamos de entrar em questões culturais enraigadas, aquelas que nos dizem que ganhar dinheiro com qualquer coisa que nos dá prazer é ruim. Fato é que veremos muita gente cair, derrapar e perder dindim com isso, dado o período de experimentação que o mercado ainda vive.
Eu continuo acreditando, como muito bem escrito, novamente, pelo Wagner Martins, na criatividade e na relevância, quando o objetivo é disseminar um conteúdo pela internet. Há de se encarar os blogueiros como pessoas que buscam pauta, assunto para espalhar aos seus leitores e interação com terceiros. Se o objetivo é viralizar uma mensagem, que então se ofereça as bases para isso, como a relevância, a simplicidade e alguma vantagem que faça o blogueiro escrever sobre o tema. E essa vantagem não precisa necessariamente envolver dinheiro ou presentes caros.

Consigo vislumbrar, num futuro nem muito distante nem muito próximo, as agências (aquelas, as dos macacos), todas reunidas reivindicando o fim do cartel entre os blogueiros, que num ato de união nunca visto na blogosfera, resolveram tabelar seus preços e jogá-los lá no alto.

Do outro lado da trincheira ouço os guerrilheiros em uníssono repetindo o bordão: não vou pagar pelo que posso conseguir de graça.

quarta-feira, 14 de novembro de 2007

GUERRILHA URBANA

Sim sim, esse é mais um post para reclamar sobre a falta de literatura sobre alguns tópicos inerentes ao marketing de guerrilha.

Aliás, como constatei na minha pesquisa, esse é um dos motivos que leva ao total desconhecimento por parte das agências aqui da região sobre as ferramentas do marketing de guerrilha. As “armas” acabam virando segredos quase escondidos, guardados nos sites das agências especializadas e em alguns blogs que falam sobre ações não convencionais. O marketing de guerrilha é assunto, mas acaba sendo discutido superficialmente na mídia especializada, o que gera uma confusão de conceitos com relação as ferramentas. Um exemplo disso, ao menos na minha pesquisa, é o viral.

A Ana Paula, moça rio grandense que também está nessa de fazer monografia sobre marketing de guerrilha, mandou um e-mail questionando sobre o que eu havia escrito sobre “ação ambiente”, que se formos vasculhar nos sites das agências especializadas, leva uma infinidade de nomes e explicações.

A Ana partiu do princípio da ação ambiente. Eu, da intervenção urbana. Ao me aprofundar no tema, através de dois textos excelentes que encontrei no Intercom (aqui e aqui), acabei percebendo um conceito que une o que as agências guerrilheiras chamam de arte de rua, performance, marketing de rua, ação ambiente, intervenção urbana, etc, etc e etc. Desta forma, aglutinei tudo num sub-tópico único que batizei de “guerrilha urbana” e conceituei a utilização de todas as ferramentas através desses artigos acadêmicos, batendo as informações com o que os sites das agências propõem. De fato, todo esse emaranhado de ferramentas se parecem muito, na abordagem surpreendente, na interação com a população e na tomada das ruas das cidades como palco para agir.

Meio colcha de retalhos, mas com embasamento teórico e conceituado. Afinal, quem não tem cão, caça com gato.

COSTAS QUENTES

Não basta ter milhões de blogs no seu leitor de feed. O importante é ser bem relacionado e possuir bons contatos. Veja bem a Joana, a colaboradora mor deste que vos escreve. A dita cuja está fazendo um TCC revolucionário ao estudar a gestão de marca e relacionamento com o consumidor através das redes sociais virtuais, ao mesmo tempo em que participa via blog da seleção para planejadora da JWT. Mesmo assim, ainda tira um tempo para me enviar umas matérias interessantes sobre guerrilha.

Novamente o texto vem do site Mundo do Marketing, numa entrevista muito interessante com San Ewen, CEO da Interference Unparelleled Guerilla and Alternative Marketing. Dentro de outras coisas, San comentou sobre como a sua agência de nome pomposo atua, além de destacar o planejamento e o resultado como focos fundamentais numa guerrilha de qualidade. Nada de ações criativânias e engraçadilsons que só publicitários gostam de ver. Tem que atingir o público e gerar uma ação, seja espalhar a mensagem ou gerar lembrança de marca.

Para constar, a Lorreine também enviou-me o link da matéria e também está participando da seleção da JWT. Um obrigado as duas, mais uma vez, e boa sorte!

Quanto ao TCC, estou finalizando-o aos poucos. Estive na Callier, para a última entrevista, e novamente o papo versou sobre diversos temas, incluindo obviamente a guerrilha. A intenção é terminá-lo até segunda-feira que vem, uma semana antes do deadline final colocado pela comissão de TCCs. Assim, essa audiência bonita e guerrilheira do blog terá o (des?)prazer de ler a minha monografia antes que todo mundo.

domingo, 11 de novembro de 2007

TOP 5

A elaboração de uma monografia, definitivamente, é algo cansa e faz suar. A revisão de literatura, por exemplo, requer do acadêmico uma disciplina e uma persistência que raramente são inerentes aos estudantes da faculdade. Não eram inerentes a mim, ao menos.

Ler, ler e ler. Escrever, escrever e escrever. E mesmo assim, naquele momento de pausa para avaliação, perceber que as horas de trabalham resultaram em apenas alguns poucos parágrafos que seu orientador fará questão de tirar. Mesmo quando se passou a fase da redigir sobre o tema de maneira mais abrangente e se foca de fato no assunto do TCC em questão, o processo de esculpir as frases cansa. E muito.

Legal mesmo é a parte da pesquisa e da análise. Como já disse aqui, estou sendo muito bem recebido pelas agências que visito (as últimas que não mencionei aqui foram a Free e a Ativa), e me falta apenas uma para conclui-la. É a parte que envolve mais criatividade e uma da poucas em que se pode usar um pouco do próprio cérebro para escrever algo. Já estou em fase adiantada do processo, nos finalmentes, poupando um tempo precioso que vai me servir na hora de colocar tudo na maldita metodologia.

Infelizmente não posso adiantar muita coisa da análise todavia. Ela está nas mãos da minha orientadora, junto com a introdução, os dois capítulos de revisão de literatura e a conclusão, e só volta na segunda-feira para mim. Mas posso já afirmar que, por exemplo, o discurso do que se trata o marketing de guerrilha está na ponta da lingua dos entrevistado. Agora, falta um conhecimento mais aprofundado das ferramentas. E como é só isso o que eu posso falar por enquanto, aqui vai um TOP 5 de melhores e piores frases que eu ouvi nas entrevistas, todas obviamente, relacionadas a minha revisão de literatura:

TOP 5 DE PIORES FRASES

- “O marketing de guerrilha não funciona sozinho.”

- “Viral é plantar notícias falsas na mídia tradicional.”

- “O marketing de guerrilha é muito caro no Brasil”

- “A internet não pode ser considerada quando for fazer guerrilha.”

- “Aplique em outdoor”, quando a questão era sobre quais eram as ferramentas da guerrilha conhecia.

TOP 5 MELHORES FRASES:

- “O consumidor atualmente está saturado de informações comerciais.”

- “Meu negócio é cara-a-cara, não tem VT não!”

- “O marketing de guerrilha pode ser um bom nicho para se atuar aqui em Blumenau.”

- “Aparecer de forma ousada num evento, mais que o patrocinador oficial”, entrevistado citando a emboscada como ferramenta de marketing de guerrilha.
- “Todas as ações diferenciadas de baixo custo que fazemos têm os objetivos alcançados.”

E nem adianta pedir para mencionar os donos das frases. Não farei nem no próprio TCC, quem dirá aqui. :)

terça-feira, 6 de novembro de 2007

QUEM PROCURA ACHA

9 entre 10 estudantes que escolhem o marketing de guerrilha como tema para seu trabalho de conclusão de curso reclamam da falta de literatura sobre o assunto. Nove entre dez porque eu nao sou uma dessas pessoas. Arrogância? Presunção? Gostaria que fosse, afinal não quero levar um ferro por estar fazendo uma revisão de literatura fajuta e sem embasamento.

Ok, concordo. Há sim uma dificuldade em encontrar livros que falem sobre PR STUNT, por exemplo. Dou cinco adesvisos do tccdeguerrilha - os que eu estou guardando como recordação - para quem achar um livro que fale sobre emboscada! Não, não adianta procurar. Até porque esse é um fato que eu constatei na minha análise das pesqusias com as agências aqui da região, ao perceber que muitas delas sabem dizer bem floridamente o que se trata o marketing de guerrilha, mas desconhecem por completo as suas ferramentas. Isso prova que, mesmo o assunto estando em voga nas revistas especializadas por aí, quem dita as regras da melhor artilharia para se usar na guerrilha, hoje em dia, são as agências especializadas. Arte de rua e viral? Dentro! Second Life? Fora.

Análise a parte, o que não dá é para acomodar a bunda na cadeira e, sem nem se quer ter a decência de escrever no google “ambush marketing”, sair mandando e-mails para as pessoas escrevendo: “tenho um trabalho da facul (sic) sobre guerrilha para fazer. Dá para o tio escrever pra mim sobre o assunto?”

Por isso, aos que acessam o blog atrás de informações relevantes para os seus respectivos TCCs, como a Ana Paula e a Susan, por exemplo, aqui vão alguns artigos legais que achei, altamente qualificados para constarem numa revisão de literatura. Para mim, ao menos, foram úteis.

Aliás, meu deadline se aproxima. Dia 23 as três cópias do meu trabalho impresso devem estar na mesa da minha orientadora, apesar de querer deixar tudo pronto até esta quinta-feira. Não esqueci que tenho que disponibilizar tudo para download, só quero deixar nos trinques para colocar no ar.

quinta-feira, 1 de novembro de 2007

OUTDOOR: A MÍDIA QUE (TALVEZ) FUNCIONA!

Sei da minha fama de xiita contra as mídias tradicionais. Mas acho que algumas pessoas super-dimensionam o que eu falo. Aliás, quando a Nike, que investia 70% do seu budget em TV, realoca boa parte disso para as ditas no-medias e 10 anos depois, permanece com apenas 30% desse mesmo budget na televisão, eu deixo de ser um porta-voz maluco de algo sem sentido. Até mesmo pelas pesquisas que venho fazendo com as agências, essa é uma realidade latente num mercado local, tradicional e “recalcado”. “Saturação da mensagem publicitária”, “atingir pessoalmente e de forma interativa o consumidor” e “… Gerar boca-a-boca e mídia espontânea” são frases que soam como doces cantigas no meu ouvido, ainda mais quando cantadas pelos donos/planejadores das agências (ok, isso soou um pouco boiola, mas deixa estar)

Agora, se os clientes da região estão preparados e atentos à isso… já são outros 500. Na verdade, tendo isso em mente, nunca me opus escandalosamente contra a mídia tradicional. Apesar de todas as mudanças e de todo o blablablá que eu adoro, ainda há muito espaço para o outdoor, a revista, a rádio, o jornal e a televisão. Simplesmente porque para uma cultura mercadológica ainda viciada na massificação, isso funciona. Tanto sou um ativista meio frouxo das novas mídias, internet, guerrilha e tudo mais, que posicionei-me, quando aconteceu aquela polêmica toda com o Estadão, da maneira mais imparcial possível (não muito que eu também não sou mulher de malandro). Novamente, mídia não mata mídia.

Certo, o terreno está preparado. Agora vamos ao que interessa…

Circulou semanas atrás um outdoor aí pela cidade, que faz parte de uma pesquisa de um trabalho de conclusão de curso. Eu não vou detalhar toooooda a história, mas caso você queira saber mais, aqui está. O que eu acho desse papo todo? Hm… nhé!

Para mim, a pesquisa é falha e isso independe da minha posição quanto ao uso de mídias tradicionais ou não, muito menos ao fato de eu estar fazendo um TCC sobre marketing de guerrilha. A mensagem utilizada para avaliação de impacto em nada combina com a mensagem publicitária, feita para informar sobre um determinado produto ou serviço. Ela cria bafafá pelo bafafá, e não necessariamente comprova que a mídia é eficiente para utilização publicitária.

Talvez a pesquisa comprove que colada nele uma frase sem nexo, o outdoor chame a atenção. Ou talvez prove a eficiência de um teaser, que geralmente são executados dessa forma, como na pesquisa, e pensados com essa áurea de mistério… Opa! Espera aí! Adequando um pouco mais a “mensagem” a um cliente ousado e conseguindo todas essas placas numa permuta bacana… Sim! Isso é quase propaganda de guerrilha! Ou seja, a pesquisa comprova que propaganda de guerrilha funciona! Não estava usando esta ferramenta no meu TCC, mas agora…

Falando sério, não acredito que isso vá mudar alguma coisa na escolha da mídia ou não, tanto para aqueles que “gostam” do outdoor ou “não gostam”. Duvido que algum profissional do mercado se fie nessa pesquisa, a não ser quando for para oferecer aquele valor camarada na criação e garantir um comissãozinha “gente buena”. Aí, fanfarrão, vale colocar aplique, impressão em policromia e tudo que tem direito! Tem que pedir um “compreto”!

Outra coisinha: quem trabalha em agência sabe. Apresentar para um cliente um outdoor sem o seu logotipo e sem, no mínimo, um telefone para contato é pedir para perder a conta. O atendimento nem sai com o layout em baixo do braço para apresentar. É faca na caveira.

Espero sim, ansioso, por uma pesquisa que comprove a eficiência do outdoor. Adoro ter argumentos de sobra para debater com aqueles que, novamente, super dimensionam o meu fanatismo, que nem é tão grande assim. Mas por enquanto, pelo que foi mostrado até agora… *som de game over* não foi dessa vez.

PS.: Este post, assim como todos deste blog, não foi escrito enquanto me vestia de rancor ou qualquer sentimento negativo. São palavras provenientes de opiniões antigas, que alimento cada vez mais, com variadas referências e dados. Sinceramente, espero que a responsável pela pesquisa se dê muito bem na vida, “tanto no pessoal como no profissional”. Que a sua metodologia de pesquisa esteja corretíssima e que ela se forme com louvor. Afinal, fazer monografia é um castigo que eu não desejo nem para meu pior inimigo.