quarta-feira, 14 de novembro de 2007

GUERRILHA URBANA

Sim sim, esse é mais um post para reclamar sobre a falta de literatura sobre alguns tópicos inerentes ao marketing de guerrilha.

Aliás, como constatei na minha pesquisa, esse é um dos motivos que leva ao total desconhecimento por parte das agências aqui da região sobre as ferramentas do marketing de guerrilha. As “armas” acabam virando segredos quase escondidos, guardados nos sites das agências especializadas e em alguns blogs que falam sobre ações não convencionais. O marketing de guerrilha é assunto, mas acaba sendo discutido superficialmente na mídia especializada, o que gera uma confusão de conceitos com relação as ferramentas. Um exemplo disso, ao menos na minha pesquisa, é o viral.

A Ana Paula, moça rio grandense que também está nessa de fazer monografia sobre marketing de guerrilha, mandou um e-mail questionando sobre o que eu havia escrito sobre “ação ambiente”, que se formos vasculhar nos sites das agências especializadas, leva uma infinidade de nomes e explicações.

A Ana partiu do princípio da ação ambiente. Eu, da intervenção urbana. Ao me aprofundar no tema, através de dois textos excelentes que encontrei no Intercom (aqui e aqui), acabei percebendo um conceito que une o que as agências guerrilheiras chamam de arte de rua, performance, marketing de rua, ação ambiente, intervenção urbana, etc, etc e etc. Desta forma, aglutinei tudo num sub-tópico único que batizei de “guerrilha urbana” e conceituei a utilização de todas as ferramentas através desses artigos acadêmicos, batendo as informações com o que os sites das agências propõem. De fato, todo esse emaranhado de ferramentas se parecem muito, na abordagem surpreendente, na interação com a população e na tomada das ruas das cidades como palco para agir.

Meio colcha de retalhos, mas com embasamento teórico e conceituado. Afinal, quem não tem cão, caça com gato.

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