Aliás, a discussão sobre a remuneração das agências, pelo visto, tem sido pauta na maioria dos veículos especializados atualmente. A questão é muito mais complicada do que parece e apesar de não querer discorrer muito sobre o assunto, às vezes não dá para ficar quieto. A ilusão que existe de que é fácil ganhar dinheiro com propaganda, sustentando os gastos de uma agência apenas com as bonificações de produção e veiculação permanece, enquanto o processo de transição para formas de pagamento mais justas não surgem ou não são colocadas na prática. É polêmico, meche com muitas “coisas” que um réles estudante de publicidade como eu não poderão questionar. Mas, desculpem, não dá para acreditar que entupir o cliente de mídia - muitas vezes irrelevante - é uma boa forma de ganhar dinheiro. Tem mesmo um quê de desonesto ou eu é que estou puritano demais?
Folhando o resto da revista, duas matérias interessantes sobre comunicação por conteúdo, uma delas comentando sobre a utilização do fotolog e de evangelizadores (ou “evangelizadorinhas”) da marca Melissa na cobertura do SP Fashion Week. Redes sociais, web 2.0, evangelizadores, buzz, CGC… Preciso dizer mais?
Caso você não seja assinante como eu, procure no sebo ou na biblioteca mais próxima. Vale a pena.


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