Antes de você correr para pegar o livro para ler, mentalize e respire. Deixe para lá o fato de Hugh Hewitt ser um republicano que beijaria a bunda do Bush, caso tivesse a oportunidade. Mesmo o livro sendo ótimo, daqueles que você consegue ler em dois dias, às vezes o autor chega a ser sacal na demonstração do seu ódio ao partido democrata, ao qual ele chama “de esquerda” (será que ele conhece Hugo Chavez?).
E como pode-se imaginar, é pela política e pela história que ele caminha o livro todo. Não pisa em ovos, vai direto ao assunto quando o objetivo é rechaçar as mídias tradicionais. Prova, sem nenhuma sombra de dúvidas, que pelo menos na gringa elas perderam sim um bom espaço e estão morrendo de medo do poder dos blogs.
Já lá pelas tantas, Hewitt - que é radialista - trata um pouco mais sobre a aplicação da ferramentas pelas empresas e de como deve agir um blogueiro de sucesso. Mas não larga em nenhum momento a narrativa fundamentada na história dos fatos. É ótima, aliás, sua comparação da revolução atual da mídia através da internet com a que aconteceu com os Reformistas de Lutero versus Igreja Católica, utilizando-se dos tipos móveis inventados por Gutenberg.
Para todos que querem entender um pouquinho do que aconteceu e acontece na blogosfera gringa atual, numa levada muito gostosa de livros de história que, particularmente, eu adoro.
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