Hoje o papo é mais sério. Pos isso, já vou me despindo dessa roupa de vilão-publicitário-instrumento-do-mal para abordar o tema…
Grandes ONGs investem (mais fosfato que cifras, diga-se de passagem) em maneiras ousadas de sair na mídia tradicional “de grátis”, na faixa. Muitas delas utilizam ferramentas de marketing de guerrilha a torto e a direito. Uma das premissas de Jay C. Levinson (pai do MKTG) é de que a falta de dinheiro do pequeno empresário (no caso, as ONGs) o torna automaticamente um guerrilheiro, sempre pronto para ousar da maneira mais barata e eficiente, chamando a atenção para si e seu produto.
Se em Blumenau não podemos ver o MKTG na sua plena atuação, temos no oeste catarinense um belo exemplo do que seria uma “quase” campanha de guerrilha, mesmo sem a pretensão de ser. Joana Dambrós, comentarista fiel, amante do tema e namorada deste que vos escreve, nas suas andanças por Concórdia-SC (70 mil habitantes, aproximadamente), esbarrou com uma série de adesivos colados pela cidade.(Infelizmente o resto deste post se perdeu por aí)


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