Devo confessar que desta vez pouquíssimos me atraíram a atenção e, na real, somente a monografia da Gica me será útil na elaboração da minha pesquisa bibliográfica, semestre que vem. Seu assunto não só era pertinente e de meu interesse, como para um bocado de gente que ainda patina no assunto. Bebendo das fontes “Kotler”, “Chris Anderson ” e de outros estudiosos dos blogs, ela fez uma análise dos “diários virtuais” como comunicador a nichos de mercado, uma realidade cada vez mais latente.
O blog, por se tratar de uma ferramenta de comunicação de “mão dupla”, cria redes virtuais invisíveis focadas em interesses mútuos. Empresarialmente falando, é uma ótima ferramenta para relacionamento cliente-empresa, dando uma cara mais humana ao negócio e captando experiências positivas e negativas com relação a marca. Muita merda já foi feita (assunto para um outro post), mas CEOS de diversas empresas possuem blogs excelentes e assim estreitam a relação com seu público-alvo, falando cara-a-cara com o target. Também é ótimo para relacionamento interno entre colaboradores, gestão de crises, informar novidades sobre a empresa (ferramenta de RP) e outras mil e uma utilidades. Ah… e é barato! Preciso dizer que é guerrilheiro?
Um dado legal é que 1/3 da população européia já deixou de comprar um produto após ler em algum blog que dito cujo não era bom. Foda, não?
Ainda não tive acesso ao trabalho escrito, portanto, humildemente e com o perdão da palavra, só vou comentar aquilo que vi na apresentação de sexta-feira passada:
(Infelizmente, esta parte do post foi perdida)


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