Em mercados pequenos, o problema é bem maior do que parece. Dificilmente temos clientes aptos a abrir totalmente as portas para a agência. No máximo, uma vasculante do banheiro. Lá nos fundos. As decisões ficam restritas aos donos das empresas - que raramente possuem um setor de marketing ativo -, tranformando a agência em um mero balcão de anúncios, ou um estúdio de design. E a solução em comunicação, que a maioria de nós ostenta no logotipo? Fica onde?
Imagine então oferecer um serviço especializado em marketing de guerrilha para um cliente desses, com ferramentas tão distintas e pouco conhecidas, até mesmo por profissionais da área.
(Infelizmente o resto deste post se perdeu por aí...)


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