Os três orientadores que tinha em mente tiveram de ser sumariamente descartados. Eram as melhores cartas que tinha na mão. Ou melhor: não tinha, como posso ver agora. Aquele papo de que gostaria que a pessoa se envolvesse com o tema foi pelo ralo. Abortei todo e qualquer blablablá quanto a isso e a objetividade agora é a palavra de ordem.
No entanto, surgiram mais dois nomes, que num primeiro momento nunca cogitei tê-los como orinetador. Já tive aula com ambos, porém a relação não fedeu nem cheirou. “Quem sabe não é agora?”, já me falaram. Pois é… quem sabe? Vou dar uma chance ao acaso. Até porque, já sinto como se estivesse perdendo tempo.
Vou roubar mais duas cartas do monte e ver qual me serve mais no jogo. Uma terá de ser a salvadora. Obrigatoriamente.


Nenhum comentário:
Postar um comentário