quinta-feira, 2 de agosto de 2007

POBRE, MAS LIMPINHO

A joana (namorada habituê nos comentários e nas discussões de boteco), enviou-me um material muito bom sobre boataria e buzz positivo/negativo. O pdf vem de uma empresa especializada em pesquisas mercadológicas nas classes C e D. Legal, não é? Isso só prova o interesse cada vez maior das empresas nas pessoas menos abastadas, mas que com a expansão do crédito e o aumento da renda, conquistam maior poder de compra.

O enfoque da matéria é nas vendedoras de porta em porta, estilo Natura e Avon, amigas e conselheiras da dona de casa. Mas não deixa de provar que o marketing de guerrilha, com as suas ações que visam o boca-a-boca, mais que funcionam offline, não importa o target. É o poder da influência da vizinha, do amigo, do parente, da cumadre… Basta focar bem os esforços e promover um barulho legal e relevante para determinado público, tentando sempre atingir os abelhas (aquele cara que entope a sua caixa de entrada com os vídeos mais engraçados).

O resultado é virar assunto por aí. Quer mídia mais barata (e guerrilheira) que essa?

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