No TCC de Guerrilha Podcast #2, lá pelos finalmentes, comentei que alguém viria falar sobre marketing de guerrilha na 13° Semana da Comunicação, evento realizado pelo Centro Acadêmico do meu curso. Na verdade, eu já tenho esta informação há um bom tempo atrás, desde que a Dani comentou comigo que estavam pensando em trazer alguém para falar sobre o assunto. Inclusive tive a honra de poder indicar alguns nomes… Que moral, hein?
Mas agora o mistério acabou. Para quem acessou o site da SECOM, já pode ver que Gustavo Fortes, diretor e planejamento da agência Espalhe, será o homem da guerrilha no dia 10 de setembro. Para quem gosta do assunto sabe o quanto essa palestra é importante, podendo se tornar um divisor de águas para o mercado da região. Abrindo os trabalhos, logo na segunda-feira, Gustavo Fortes falará para alguns dos grandes da comunicação da região, bem como para uma platéia de estudantes e profissionais motivada com o início da Semana. Serão todos ouvidos para as boas novas do futuro.
Minha inserção na guerrilha foi através do site da Espalhe. Parabéns ao redator responsável, porque os textos, bem como as leituras de Jay. C Levinson e Al Ries que fiz depois, conseguiram me inspirar de tal forma a decidir permanecer no curso e concluí-lo com uma monografia sobre o tema. Foda, não? Um ano, alguns livros e esclarecimentos depois, estava eu na comunidade de guerrilha discutindo o tema com outras 12 mil pessoas, dando opiniões e tentando engordar o diálogo. Alguns pitacos bem quistos por uns membros, outros nem muito. Parece que o que a própria Dani já me disse um dia - “tu és um cara polêmico” - não agradou aos moderadores da comunidade, todos funcionários da Espalhe (inclusive o próprio Gustavo)…
Apesar de muitas mudanças nesses quase 3 anos após ter sido apresentado à guerrilha, algumas coisas permanecem iguais. Eu continuo sendo um reles estudante de publicidade querendo saber mais e mais sobre o assunto, agora também para concluir minha monografia e quem sabe trabalhar com isso. Também não mudei em nada o meu jeito questionador. Foi isso que me fez gostar do tema: um quê de subversivo e diferente, às vezes parecido comigo.
Quando o assunto me interessa numa palestra, encarno aquele cara chato perseguidor, indo atrás do palestrante no final, questionando e comentando. Preciso dizer que dessa vez não será diferente? No momento não me interessa muito a reação do “Homem”. Como já lhe escrevi num e-mail (nunca respondido, diga-se de passagem), independentemente de qualquer coisa, vou atrás, questionar, perguntar e (tentar) conversar.
Eu não criei este blog para mostrar que eu sei mais, porque isso seria uma estupidez. Aliás, eu não sei nada ainda, nem uma pontinha do que eu posso saber. Quero somar, perguntar, interrogar. Eu nunca seria louco de me indispor gratuitamente com os pioneiros do marketing de guerrilha no país.Você já viu algum jogador de futebol falando mal do Pelé? Não vale o Romário… Posso garantir: não é minha intenção chegar perto de ser um Romário.
E que venha a Semana!


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